Psaumes 28
Vers toi je crie, mon rocher
Não te finjas de surdo quando chamo por ti, ó Eterno! Se tudo que eu receber de ti for um silêncio ensurdecedor, É preferível estar na prisão. 2Quero que saibas do que estou precisando. Estou gritando por socorro Com os braços erguidos na direção do teu lugar sagrado. 3Não quero ser trancafiado na mesma cela com aqueles bandidos, Com aqueles que são servos da maldade em tempo integral. Eles falam o dia inteiro em “paz” e, depois, fazem hora extra para o Diabo. Eles devem pagar pelo que fizeram, porque são de fato maus. Retribui a eles as longas horas que passaram no seminário do Diabo, Sem esquecer do generoso bônus.
4 5Eles não fazem ideia de como o Eterno age ou do que ele é capaz. O Eterno os esmagará até virarem cascalho e depois se afastará das ruínas. 6Bendito seja o Eterno! Ele ouviu a minha oração. Provou que está do meu lado. E eu me arrisquei por ele. Agora pulo de alegria, canto em voz alta minha gratidão a ele.
7 8O Eterno é a força de seu povo, refúgio irrestrito para o líder escolhido. Salva o teu povo e abençoa a tua herança. Tem consideração por eles: Carrega-os nos ombros, como faria o bom pastor. 9